quarta-feira

PALMEIRA RABO DE RAPOSA


Palmeira solitária, de grande interesse para o paisagismo, principalmente pela folhagem. Seu palmito, grande e vistoso, também impressiona. Pode atingir até 12 metros de altura.

Originária da Austrália, é muito elegante e ainda pouco conhecida. Suas folhas justificam seu nome popular. De crescimento rápido, suporta frios moderados.

PALMEIRA RAFIS (Rhapis excelsa)





A palmeira-rápis é uma elegante palmeira, ereta e entouceirada, muito utilizada na decoração de interiores. Ela apresenta múltiplos estipes (caules), semelhantes ao bambú e revestidos com uma fibra rústica e marrom. As folhas são palmadas, plissadas, de coloração verde-escura e muito brilhantes.Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra, sombra ou luz difusa, em solo fértil e bem drenável, irrigado regularmente. A palmeira-rápis aprecia a umidade, mas não tolera o encharcamento.

PALMEIRA VEITCHIA


Palmeira de tronco simples ,acinzentado, liso, dilatado na base, com palmito verde- acinzentado e visível no topo,de 15-20 m de altura por cerca de 20 cm de diâmetro,nativo das Ilhas Novas Hébridas.
Folhas pinadas, com folíolos uniformes e compactamente espaçados , levemente recurvados,com ápice oblíquo e dentado.
Inflosrescências grandes, dispostas abaixo do palmito,muito ramificado,com flores esverdeadas, seguidas de frutos ovalados, vermelhos e vistosos, de cerca de 2,5cm de comprimento.
Palmeira bastante elegante, é adequada para paisagismo em geral, tanto em regiões tropicais como subtropicais de inverno ameno. Pode ser cultivda em vasos quando jovens .
Tolera ,desde a fase jovem, tanto o pleno sol como a meia-sombra .
Tambem produtora de palmito comestível, o que a tornou quase extinta no habitat natural.

PALMEIRA ARECA CATECHU


Areca catechu, conhecida populamente como palmeira de betel, é uma espécie de palmeira encontrada em alguns países de clima tropical da Oceania e alguns países do leste da África. Sua noz é bastante conhecida para uso medicinal.
Esta palmeira, também conhecida por areca, pode crescer até vinte metros e tem folhas com um metro de comprimento, estando especialmente difundida na Ásia e na África oriental. Mascar a semente desta espécie vegetal faz parte de muitas culturas asiáticas sendo que as técnicas de preparação variam de região para região.

PALMEIRA BISMARCK




Espécie de grande efeito ornamental pelo seu porte e colorido da planta, porém pouco cultivada. Adapta-se a clima subtropical e temperado de inverno moderado
Planta de tronco simples, de 10 a 30 metros de altura e cerca de 35 cm de diâmetro.
Esta palmeira ainda é novidade no Brasil. Pode ser recomendada para parques, jardins espaçosos , isoladamente ou em grupo, sua maior beleza esta nas folhas azuladas , reunidas em forma de leque .
Adapta-se bem a qualquer tipo de solo e é bastante tolerante ao sol.
Multiplica-se por sementes , cuja germinação pode demorar meses, crescimento moderado das plantas , sementes não produzidas no Brasil.

PALMEIRA IMPERIAL




As palmeiras imperiais, de nome científico Roystonea oleracea, viraram símbolo de poder político, econômico e social no Brasil. Conquistaram esse status em 1809, quando o príncipe regente D. João VI as plantou no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Os troncos altos, de até 32 metros de altura, esbranquiçados e de palmitos volumosos, transformaram-se em sinônimo de pujança. Pode soar exótico, mas há cada vez mais brasileiros interessados em plantar no jardim doméstico uma dessas árvores.
Não são as gigantes a perder de vista, mas as de dimensões mais modestas. Há, entre os amantes de um belo jardim, uma tendência: o fascínio pelas palmeiras. É bom negócio, seja nas casas particulares, seja em edifícios comerciais.

PALMEIRA ARECA DE LOCUBA



Porte varia de 7 a 15 metros.
Tronco simples, ereto, dilatado na base e esbranquiçado na região terminal. As folhas são dispostas em triângulo, com aspecto de crespas. Os frutos são ovóides da cor marrom.
Desenvolvimento moderado.
Espécie bem utilizada no paisagismo atual, extremamente interessante pelo seu aspecto quando adulta. Pode ser empregada com sucesso em canteiros centrais de avenidas, parques e jardins, em grupos ou fileiras.

TAMAREIRA DE JARDIM (phoenix roebelenii)


Palmeira ereta, de tronco simples, fina e elegante, por vezes se estreitando na base. O crescimento é lento, atingindo de 2 a 4 metros de altura e diâmetro do tronco em torno de 15 a 20cm, razão pela qual muitos a chamam de mini-palmeira. Prefere sol pleno, mas pode ser cultivada à meia-sombra e até em interiores bem iluminados, inclusive em vasos. Resiste ao frio e é freqüentemente encontrada em jardins do Brasil e em decoração de interiores. Planta tipicamente tropical e muito graciosa, valoriza projetos paisagísticos de diversos estilos, como o tropical, oriental, indiano e contemporâneo.

MUSSAENDA - Mussaenda alicia
























Arbusto vigoroso do tipo semi-lenhoso e de aparência compacta. Pouco tolerante ao frio, é uma planta indicada para regiões tropicais. Produz muitas inflorescências, com flores pequenas, discretas e amarelas e sépalas grandes de cor rósea e salmão. Pode ser cultivada em vasos, isolada ou em grupos no jardim. Seu porte pode atingir 2 a 3 metros. Deve ser cultivada a pleno sol.

PLEOMELE



A pleomele é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e amplamente utilizada no paisagismo e na decoração de interiores. Seu caule é ereto, ramificado e atinge uma altura média de 2 a 3 metros, embora possa atingir 6 metros no seu habitat de origem. As folhas são simples, coriáceas, ligeiramente onduladas, de cor verde-oliva escuro, dispostas em espiral ao longo do ramos. Ocorrem ainda outras variedades, com destaque para duas cultivares variegadas: a "Song of India", com folhas de margens cor verde-limão, e a "Song of Jamaica", de margens cor branco-creme.As flores pequenas e brancas surgem no final do inverno reunidas em inflorescências terminais e, assim como os frutos, não têm importância ornamental.Elas são rústicas e quando podadas corretamente podem formar ótimas cercas vivas.A pleomele é uma das plantas recomendadas para purificação do ar em interiores, de acordo com a Plants for Clean Air Council (PCAC), organização que resultou de um projeto de pesquisa originalmente conduzido pela NASA em conjunto com a Associação de Empreiteiros de Paisagismos dos Estados Unidos. A pleomele é considerada eficiente na remoção de compostos tóxicos do ar como formaldeído, benzeno, tolueno, xileno e tricloroetileno.Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A pleomele é tipicamente tropical, apreciando o calor e a umidade.

ESTRELÍTIZIA




Descrição: Planta exótica, tropical e perene que pode atingir 1 m de altura. As folhas são verdes, brilhantes, coriáceas e em forma de pás. As flores fazem lembrar a cabeça de uma ave conhecida como ave do paraíso, devido à sua forma única e coloração azul e laranja sendo por isso esta, uma das possíveis designações desta planta.

BROMELIAS





Bromélias e Agaves, plantas tropicais em conjunto, formando belos arranjos com pedras e jogo de texturas. Características cada vez mais marcantes dos jardins urbanos de nosso país.

AZULZINHA (evolvulos glomeratus)


Herbácea perene, semi-prostrada, de 20-30cm de altura, de folhagem aveludada.
Originária do Brasil,pode ser utilizada como planta pendente em vasos ou jardineiras, más é mais usada como forração, a pleno sol ou meia-sombra, em canteiros ricos em matéria orgânica e bem drenados. Não tolera temperaturas muito baixas.

LICUALA



Palmeira de tronco simples,de crescimento lento, com folhagem decorativa excepcional
Cultivada e muito valorizada em vasos para interiores iluminados, ou a ,meia sombra como plana isolada ou em grupos.É exigente em solos férteis,devendo ser mantidos úmidos.
Não resiste a frio.

ABACAXI ORNAMENTAL (Ananas bracteatus)



Bromélia muito rústica, de folhagem e frutos ornamentais. As folhas são verdes, alongadas e com espinhos nas bordas e os frutos são avermelhados. No entanto há algumas variedades, com folhagem de cores e tonalidades diferentes, a mais conhecida é a variegada de branco-creme, a \"Striatus\".

Dada a sua agressividade, o abacaxi-ornamental é muito utilizado para delimitar áreas ou canteiros que não devem ser invadidos por pessoas ou animais. Pode ser plantado isolada, em composições, em grupos ou como bordadura.

Devem ser cultivados à meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Não é tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por divisão da touceira e pelas mudas formadas na coroa do fruto. Utilize sempre luvas grossas para manipular esta planta.

BAMBU MOSSÔ-phyllostachys pubescens


O bambu-mossô é um tipo de bambu com rizoma leptomorfo (rizoma de bosque), ou seja, não forma touceiras como a maioria dos bambus, mas permite que se ande pelos espaços abertos. Sua floração dificilmente pode ser vista. Nesta espécie, ocorre a cada 67 anos. Algumas outra espécies demoram mais de cem anos. Logo após sua floração, todo o bosque ou touceira morre por gastar todos seus nutrientes.
Desenvolve-se melhor a sol-pleno e tolera interiores, desde que bem iluminados. As regas devem ser semanais.

ORQUÍDEA BAMBÚ



Também conhecida como Bletia graminifolia ou Cymbidium bambusifolium, é uma orquídea terrestre,originária da Asia tropical, passando por Índia, Nepal, Tailândia, Malásia, Singapura e ilhas do Pacífico. Em razão de suas hastes serem longas, alcançando até três metros de altura, leva o nome popular de orquídea bambú. Suas flores de cor rosa para lilás saem da ponta das hastes, e podem ser encontradas nas variações alba e semi-alba. É uma planta de fácil trato, devendo ser cultivada em vasos grandes ou direto no solo do jardim, aprecia luminosidade total (sol pleno), para melhor desenvolver-se. O solo deve ser rico em matéria orgânica, e nas regiões onde for arenoso, deve-se dar especial atenção a adubação orgânica (esterco da gado ou galinha curtidos) para que tenha rendimento nas florações.

EXORA- ixora coccinea




Arbusto lenhoso de pouca ramificação e florescimento intenso. Desenvolve-se à pleno sol ou meia-sombra e prefere clima quente e úmido. As flores são alaranjadas, amarelas ou rosas e atraem muitos pássaros e borboletas.Pode ser cultivada em grupos ou renques.
Propagação: Por estaquia de galhos.Porte: Até 2 metros de altura

JASMIM MANGA (plumeria rubra)



Jasmim é o nome comum pelo qual são conhecidas as espécies do gênero Jasminum, da família Oleaceae, nativas do Velho Mundo. São em sua maior parte arbustos ou lianas, de folhas simples ou compostas. As flores são tubulares, com pétalas patentes, raramente maiores do que 2 centímetros de diâmetro, quase sempre muito perfumadas. Quase todas as espécies possuem flores brancas, mas há algumas de flores amarelas ou rosadas.

Seu aroma é adocicado, e é ocasionalmente usado em perfumaria. Na China mistura-se flores de jasmim à folhas de chá, e a combinação de sabor e aroma resultante é muito apreciado.

Em alguns lugares do Brasil, outras plantas com flores tubulares e 5 pétalas patentes, com forte perfume, são também conhecidas como jasmim.

BANDEIRA MEXICANA (Tradescantia zanonia)



Tem origem na América Tropical.
É ideal para compor maciços em jardins.O solo deve ser rico em matéria orgânica e mantido úmido.
Seu porte é de 0,90m a 1,2m de altura, tem folhas carnosas, com estrias longitudianis brancas. Deve ser cultivada em meia-sombra com irrigação frequente,se multiplica por estacas. Pode ser usada para forração de jardins.
É sensível a geadas.

HELICÔNIAS



Plantas tropicais e exóticas constituem uma das maiores riquezas da nossa flora. Exuberantes, coloridas, com formas inusitadas, elas são apreciadas no mercado internacional também por sua durabilidade e pela capacidade de, mesmo sozinhas, gerar composições surpreendentes. Um bom exemplo deste tipo de planta são as helicônias, cujo mercado tem se tornado cada vez mais convidativo. Vale a pena conhecer os aspectos técnicos do seu cultivo.

As helicônias são plantas de origem neotropical, mais precisamente da região noroeste da América do Sul. O gênero Helicônia é ainda muito pouco estudado e ainda é incerto o número de espécies existentes, ficando na faixa compreendida entre 150 a 250 espécies.
Seis espécies ocorrem nas Ilhas do Sul do Pacífico, Samoa e Indonésia. As demais estão distribuídas na América Tropical desde o sul do México até o norte de Santa Catarina, região sul do Brasil. As helicônias, conforme a espécie, ocorrem em altitudes que variam de 0 a 2.000m, embora poucas sejam aquelas restritas às regiões mais altas. Ocorrem predominantemente nas bordas das florestas e matas ciliares e nas clareiras ocupadas por vegetação pioneira. Desenvolvem-se em locais sombreados ou a pleno sol, de úmidos a levemente secos e em solos argilo-arenosos.
Aqui no Brasil, cerca de 40 espécies ocorrem naturalmente em nosso país e são conhecidas por vários nomes, conforme a região: bananeira-de-jardim, bananeirinha-de-jardim, bico-de-guará, falsa-ave-do-paraíso e paquevira, entre outros.
As helicônias são utilizadas como plantas de jardim ou flores de corte.

CAMARÃO FLOR



Também conhecido por camarão-amarelo, tem sua origem no Peru.Floresce na primavera e no verão, pode medir de 0,50 cm a 1 metro de altura.

Arbusto semi-herbáceo de ramagem ereta e ramificada. Apresenta vistosas flores amarelas, muito visitadas por beija-flores, e deve ser cultivado em sol-pleno ou meia-sombra em solo úmido e rico em nutrientes. Prefere clima quente e úmido e não suporta temperaturas muito baixas. Pode ser cultivado em vasos, em canteiros formando conjuntos ou contornando muros e paredes, se propaga por meio de estacas de ponta de ramos.

CICA




Planta dióica. Velhos exemplares podem ter estipe com mais de 3 m, ramífera e com coroa de folhas em cada ramificação. As folhas têm de 150 a 200 cm de comprimento. Origina-se no Oceano Índico e em ilhas do Pacífico. As sementes são tóxicas, mas podem ser consumidas depois de sucessivas lavagens , embora seu gosto não seja agradável.

O pé masculino produz um cone grande com abundante pólem na face inferior das escamas e exala nesta fase, um aroma bastante agradável. O pé feminino produz lâminas férteis, com os óvulos dispostos nos bordos, vermelhos.

BELA EMILIA- plumbago capensis




É utilizada no paisagismo. Arbustiva e muito ramificada presta-se para cercas-vivas e pode ser tutorada como trepadeira. Suas flores são delicadas em forma de pequenos buquês. É mais comum encontrarmos espécimes de flores azuladas embora exista uma variedade de flores brancas.
Deve ser cultivada sempre a pleno sol; isolada, em conjuntos ou como cerca-viva. Multiplica-se por estacas, mergulhia e sementes e é tolerante ao frio.

ASPARGO SAMAMBAIA (Asparagus setaceus)


O aspargo-samambaia é uma planta arbustiva e trepadeira, com folhagem de textura delicada e plumosa, muito decorativa. Suas raízes são fibrosas e os longos e ramificados ramos são modificados, do tipo cladódio. As folhas são verdes e afiladas, como pequenos espinhos, porém não são rígidas. O conjunto de ramos e folhas têm o aspecto das frondes de samambaias, o que lhe rendeu o nome popular. Na primavera e verão surgem numerosas flores brancas e minúsculas, de importância ornamental secundária, que originam frutos esféricos, pequenos, do tipo baga e de coloração preta.

O aspargo-samambaia pode ser conduzido como folhagem, em vasos com suportes fibrosos, da mesma forma que jibóias e filodendros. No jardim ele se comporta como arbusto ou trepadeira, e desta forma pode ser aproveitado em renques junto a muros e para cobrir cercas, telas, grades, etc. As principais variedades são Pyramidalis (de ramagem ereta), Nanus (de porte anão) e Cupressoides (com folhagem semelhante a de cipreste). Seus ramos também são utilizados em arranjos florais e buquês. Os frutos atraem passarinhos.

Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Podas anuais estimulam a renovação da folhagem. Aprecia o frio subtropical. Tolera estiagem e encharcamentos por períodos não muito prolongados. Se cultivada sob sombra, sua folhagem torna-se amarelada. Multiplica-se por sementes e por divisão da planta. Atenção: Devido a facilidade de propagação, o aspargo-samambaia é considerado planta invasora e caracteriza-se por cobrir e sufocar a vegetação nativa.

LIRIO DA PAZ-spathiphyllum spp


Branca como a neve, a flor deste lírio é muito especial, pois simboliza a paz. Com o tempo e em ambientes mal iluminados ela pode se tornar esverdeada. Sua folhagem verde escura e brilhante é muito bonita. O lírio-da-paz é de crescimento rápido no verão, e tem um belo volume. Pode ser plantada em vasos decorando interiores ou em maciços e bordaduras protegidas por muros, árvores ou outras coberturas.
Deve ser cultivada sempre à meia sombra, . Não tolera o frio.

AZALÉIA


As azaléias são arbustos de folhagem verde-escura e floração abundante. Suas flores simples ou dobradas podem ter cores diferentes, como branco, rosa, vermelho ou mescladas. Há muitas variedades com portes diferentes também, umas mais pequenas para plantio em vasos e para formação de maciços e outras maiores capazes de formar cercas vivas.Originária da China.
Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, com regas regulares, não é necessária a calagem já que os rododendros e azaléias apreciam solos ácidos. As azaléias ainda apreciam o frio e podem ser podadas com cuidado e sempre no final da floração. Multiplicam-se por estaquia.

BUXINHO






















O buxo ou buxinho é uma planta da família buxaceae, lenhosa, em geral arbustiva, com folhas inteiras e perenes, freqüentemente opostas, sem estípulas. As flores são de sexos separados e raramente estão em plantas diferentes, sendo monoclamídeas, com 4 tépalas, 4 estames epissépalos. O fruto é capsular, apresentando sementes com carúncula.
É espécie originária do Velho Mundo, sendo muito cultivada para jardinagem, onde se utiliza para topiaria, o que quase sempre lhe impede de florescer, pela poda freqüente.
Cuidados: Manter sempre podada e regar duas vezes na semana.

FICUS




O ficus é uma árvore muito popular, utilizada principalmente na decoração de ambientes internos. Com caule acinzentado, raízes aéreas e ramos pêndulos, ela tem crescimento moderado e em condições naturais, chega a 30 metros de altura. Suas folhas são pequenas, brilhantes e perenes, de coloração verde ou variegada de branco ou amarelo. Elas têm formato elíptico com a ponta acuminada e apresentam leves ondulações nas bordas. As flores discretas e brancas não têm valor ornamental. Os frutos pequenos e vermelhos são decorativos e atraem passarinhos. Suas raízes agressivas e superficiais chamam a atenção, e não raramente racham vasos e pavimentos.

O ficus é uma árvore belíssima, largamente utilizada no paisagismo. Recomenda-se o plantio isolado desta figueira em jardins extensos e fazendas, onde o aspecto escultural do caule têm destaque especial. Plantada em vasos, também pode ser conduzida como arvoreta ou arbusto. Seu caule flexível permite que se realize trançamentos quando jovem, o que lhe dá um charme todo especial. Além disso é muito visada em trabalhos topiários, adquirindo belas formas arredondadas e compactas. Suas características a tornam bastante apropriada também para a arte do bonsai.

Deve ser cultivado a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

kAIZUKA



O Kaizuka é uma árvore de forma cônica ou colunar e de aspecto escultural e muito decorativo. Seus ramos são ramificados e compactos, com folhas pequenas e comprimidas, que lhe conferem uma textura bastante densa. Este cipreste ainda tem uma particularidade que encanta, suas formas espiraladas e retorcidas lembram um suspiro de confeitaria, caprichosamente esculpido. As folhas jovens, das pontas dos ramos, são alongadas, em forma de agulha e as adultas são escamosas, todas de coloração verde escura e brilhante.
Este cipreste aristocrático e charmoso é apropriado para jardins de estilo europeu e oriental. Suas formas esculturais são muito valorizadas quando plantado isolado e livre de podas, podendo alcançar 5 metros. Também presta-se para o cultivo em renques, formando belas cercas-vivas topiadas ou não, com excelente capacidade de isolar o jardim do pó e do ruído das ruas. De crescimento lento a moderado, adapta-se muito bem à vasos, inclusive é bastante utilizado na arte do bonsai.
Devem ser cultivados sob pleno sol em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. É tolerante à salinidade e após estabelecido torna-se tolerante a seca. Originário de clima temperado, o kaizuka no entanto adapta-se muito bem ao clima subtropical ou mediterrâneo e é capaz de tolerar o clima tropical, desde que fique longe de locais úmidos. Multiplica-se por estacas das pontas dos ramos.

LIGUSTRO ARBUSTIVO ( Ligustrum sinense )


Originário da China e Coréia.
Arbusto bastante ramificado, compacto e rústico, de folhas pequenas. Ocorrem diversas variedades, de ramos mais ou menos eretos, e folhas azuladas, sendo que a mais comum em nossos jardins é a forma variegada. As flores brancas tem pouca importância ornamental. Sua utilização é ampla prestando-se muito bem para topiaria e cercas vivas, criando excelente contraste com outras plantas verdes.

Devem ser cultivados em solo fértil sempre a pleno sol, isolados ou em grupos e composições. Tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por sementes e estaquia.

SAGÚ


Vedete dos jardins contemporâneos e tropicais, a cica se parece com uma palmeira. Suas folhas são longas, rígidas e brilhantes, compostos por folíolos pontiagudos. A planta tem crescimento bastante lento, o que a torna muito valorizada no mercado. Ela multiplica-se pelas sementes formadas no ápice, mas principalmente pelas brotações laterais que surgem na planta adulta. Vai bem como planta isolada e em conjuntos no jardim ou em vasos. Tem sua origem do Japão e Indonésia.
Deve ser cultivada a pleno sol ou meia-sombra, em terra de jardim enriquecida com composto orgânico e areia, formando uma mistura leve e permeável.

PATA DE ELEFANTE



A pata-de-elefante é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e aspecto escultural. Apesar de se assemelhar com as palmeiras, a pata-de-elefante não é uma palmeira verdadeira. Ela é considerada um arbusto ou arvoreta, que pode alcançar cerca de 5 metros de altura quando adulta. Seu tronco é muito ornamental, geralmente único com a base dilatada, para o armazenamento de água. Uma adaptação para sobreviver por longos períodos de estiagem.

Suas folhas são muito belas também, com um aspecto de cabeleira, dispostas em densos tufos nas extremidades dos ramos. Elas são coriáceas, achatadas, longas e recurvadas, com margens ásperas. As flores somente são produzidas nos exemplares mais velhos, já arbóreos. Elas despontam em inflorescências longas e eretas, com numerosas flores pequenas e esbranquiçadas. Ocorrem plantas fêmeas e plantas machos (espécie dióica).

As patas-de-elefante fazem muito sucesso no paisagismo, criando pontos de destaque no jardim. Sua beleza imponente e escultural pode ser valorizada isolada ou em pequenos grupos. Encaixa-se perfeitamente em jardins contemporâneos, de inspiração desértica ou tropicais. Devido ao lento crescimento, também é muito explorada como planta envasada, enquanto é jovem, para decoração de interiores, pátios, sacadas e varandas. É uma planta que praticamente não exige manutenção, mas que alcança altos valores no mercado de plantas ornamentais.
Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, bem drenável e irrigado a intervalos bem espaçados.

LIRIÓPS


Utilizada para forrações, possui cor verde esbranquiçada e folhas finas e alongadas.
Cultivada em maciços, necessita de sol pleno e dá estrutura no acabamento de jardins.

MANACÁ DA SERRA (Tibouchina mutabilis)


























O manacá-da-serra é uma árvore semi-decídua nativa da mata atlântica, que se popularizou rapidamente no paisagismo devido ao seu florescimento espetacular. Seu porte é baixo a médio, atingindo de 6 a 12 m de altura e cerca de 25 cm de diâmetro de tronco. As folhas são lanceoladas, pilosas, verde-escuras e com nervuras longitudinais paralelas. As flores apresentam-se solitárias e são grandes, vistosas e duráveis. Elas desabrocham com a cor branca e gradativamente vão tornando-se violáceas, passando pelo rosa. Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores. A floração ocorre no verão e a frutificação no outono.
O manacá-da-serra é uma excelente opção para o paisagismo urbano, pois não apresenta raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isolado em calçadas, até em pequenos bosques em grandes parques públicos. Seu crescimento é rápido e além da árvore, encontra-se disponível no mercado uma variedade anã, o manacá-da-serra-anão. Esta variedade, conhecida como 'Nana', alcança de 2 a 3 m de altura e é mais precoce, iniciando a floração com menos de meio metro. Com seu porte arbustivo, ela é apropriada para o uso isolado ou em grupos e renques. Sua floração ocorre no inverno, ao contrário da forma arbórea típica. Também pode ser conduzida em vasos.
O manacá deve ser cultivado sob sol pleno.

PODOCARPUS ( PINHEIRO DE BUDA )


O pinheiro-de-buda é uma conífera colunar, ereta, que pode alcançar porte arbustivo a arbóreo, com até de 20 metros de altura, dependendo da variedade. Sua folhagem é perene, compacta, de coloração verde-escura e brilhante, composta por folhas lineares. O pinheiro-de-buda é um arbusto versátil, que se encaixa perfeitamente em jardins de estilo oriental, clássico, mediterrâneo ou contemporâneo.Desenvolve-se muito bem quando envasado, e assim é apropriado para adornar pátios, sacadas e varandas também. O pinheiro-de-buda é uma espécie bastante visada para a formação de Bonsai e para jardins planejados de acordo com os preceitos do Feng Shui.Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, arenoso, levemente ácido, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente.

AFELANDRA (Aphelandra squarrosa)



A afelandra é uma planta florífera, de textura herbácea, com 50 a 90 cm de altura, muito utilizada na decoração de ambientes internos. Ela apresenta folhas grandes, ovais, acuminadas, glabras e de coloração verde-escura, com nervuras bem marcadas, brancas ou amareladas, de acordo com a variedade. As inflorescências são do tipo espiga, terminais e eretas. Elas surgem na primavera e verão e são formadas por brácteas amarelas e brilhantes e flores tubulares, labiadas, amarelas ou brancas.

As principais variedades de afelandra são: 'Louisae Van Houtt' (pequeno porte, boa para vasos, folhas com veias amarelas e espiga dourada), 'Leopoldii' (de folhas com veias brancas, caule avermelhado e brácteas vermelhas), 'Brockfeld' (de crescimento compacto e folhas de veias amarelas), 'Fritz Prinsler' (de folhas verde oliva, com nervuras amarelas), 'Dania' (planta da foto, compacta, de veias brancas ou creme e caule avermelhado). 'Ivo' (de cor verde escuro), 'Silver Queen' (de tonalidades mais claras).

Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz difusa, em substrato bem drenável, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o frio ou ventos. Aprecia adubações a cada 15 dias nos meses quentes. Em regiões tropicais, a afelandra pode ser cultivada diretamente no jardim, formando belos maciços e renques junto a muros, em canteiros bem adubados. Em lugares de clima frio, ela apreciará o cultivo em vasos e jardineiras, em locais protegidos dentro das residências ou em casas de vegetação. Multiplica-se por estacas postas a enraizar em estufas úmidas, ao final do inverno.